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INFLEX conquista IMPORTANTE premio NACIONAL

A INFLEX GANHOU O PREMIO PPR - PRÊMIO PLASTICOs EM REVISTA NA CATEGORIA "TOP TRANSFORMADOR" NO SEGMENTO EMBALAGENS LAMINADAS PARA ALIMENTOS

 

O prêmio PPR que foi criado em 2003 pela Editora Definição através da Plásticos em Revista com o propósito de reconhecer o mérito e estimular a excelência, inovação e o dinamismo da indústria de plásticos no brasil. Organizado como um certame empresarial, o PPR - Prêmio Plásticos em Revista é aberto à participação de empresas que atuam no mercado de plásticos, como fabricantes, distribuidores ou revendedores de matérias-prima; transformadores e ainda aquelas com quem esses setores mantém negócios, como fabricantes de máquinas e equipamentos, ou seus representantes, prestadoras de serviços ou compradoras de produtos plásticos.


O PPR classifica as empresas partindo de questionários enviados a mais de 10 mil profissionais de todo o setor plastico brasileiro, a empresa responsável pela pesquisa é a conceituada consultoria MaxiQuim.


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Evandro Luiz Vicente recebendo o prêmio  Top Transformador

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Esta é a segunda vez que um projeto do professor Aguinaldo Lenine Alves é vencedor deste prêmio, a primeira foi em 2012.

UEMS transforma lixo em lajota e leva prêmio nacional

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) foi a única Instituição do Centro-Oeste a vencer a 9ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável. Esta é a segunda vez que um projeto do professor Aguinaldo Lenine Alves é vencedor deste prêmio, a primeira foi em 2012.

O trabalho vencedor foi inscrito pelo professor, juntamente com a acadêmica do curso de Engenharia Ambiental, Bárbara Pinto do Nascimento, e utilizou os resíduos plásticos de uma indústria de Dourados para a confecção de "pavers" (lajotas) para calçamento.

"A indústria nos apresentou a demanda de que tinha toneladas de resíduos plásticos e não sabia o que fazer, então tive a ideia de pegar estes resíduos e colocar no concreto para a confecção de lajotas para calçadas. Antes já havíamos trabalhado com garrafas pets que são mais fáceis, porque são mais densas depois de trituradas, mas estes resíduos ficam muito leves, então transformamos eles em pellets (bolinhas de plástico) e com isto conseguimos que eles ficassem mais densos para serem agregados ao concreto", explicou o professor.

O uso de pellets de resíduos plásticos substituiu parte dos agregados miúdos do concreto (areia) como uma das soluções para uso de resíduos plásticos. Os resultados mostraram melhorias da resistência e durabilidade das lajotas com o uso de pellets de plástico.

As lajotas produzidas no Centro de Pesquisa de Materiais (Cepemat) da UEMS poderão ser utilizada em calçadas para ciclista e pedestres.

O trabalho da UEMS foi vencedor juntamente com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES; Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ; Universidade de São Paulo – USP; e da Universidade Federal de São João Del Rei – UFSJ. Cada trabalho receberá R$ 60 mil – o autor ou grupo, o orientador e a universidade ganham R$ 20 mil cada.

"Fico contente pelo reconhecimento nacional, apesar das dificuldades de investimentos nosso trabalho tem apresentado bons resultados e sendo reconhecido", enfatizou.

O resultado do Prêmio foi divulgado no final de dezembro de 2016 e não há data para a cerimônia de premiação.

Sobre o Prêmio

O Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável tem como principais objetivos reconhecer e incentivar os jovens universitários que se propõem a pensar a engenharia, arquitetura e agronomia em uma perspectiva sustentável e gerar conhecimento sobre o tema, difundindo essas novas ideias junto à comunidade acadêmica brasileira e à sociedade em geral.

Trabalho utilizou os resíduos plásticos de uma indústria de Dourados para a confecção de

Trabalho utilizou os resíduos plásticos de uma indústria de Dourados para a confecção de "pavers" (lajotas) para calçamento.

 

Fonte: Dourados Agora

http://www.douradosagora.com.br/noticias/dourados/uems-transforma-lixo-em-lajota-e-leva-premio-nacional

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Qualidade de vida do trabalhador é aliada da indústria para driblar crise

Com investimentos no bem-estar e na prevenção de acidentes do trabalho, setor industrial obtém melhores resultados tendo empregado como principal aliado

Valéria Araújo

Profissionais recebem massagens rápidas ao final do expediente  para aliviar dores musculares e  combater o estresse. (Foto: Hedio Fazan).
Profissionais recebem massagens rápidas ao final do expediente para aliviar dores musculares e combater o estresse. (Foto: Hedio Fazan).

Num cenário econômico desfavorável, marcado pela alta dos juros, impostos e índices recordes de desemprego, a iniciativa de proporcionar programas de qualidade de vida ao trabalhador pode ser uma grande aliada da indústria para aumentar a competitividade e driblar a crise. Isto porque, cada vez mais, os empresários estão se conscientizando da importância de promover a saúde do trabalhador e do ambiente de trabalho que, aliados a um plano de gestão contra acidentes, reduzem os afastamentos, os índices de absenteísmos (faltas) e, em conseqüência, aumentam a produtividade.

Em Dourados, cerca de 30 indústrias já participam do Programa de Soluções em Estilo de Vida Saudável do Serviço Social da Indústria (Sesi), que integra atividades de promoção da saúde e da qualidade de vida do trabalhador. De acordo com o gerente do Sesi de Dourados e região, Guilherme Jafar, aos poucos as indústrias estão concluindo que o investimento no colaborador é mais barato e lucrativo do que os pagamentos por afastamentos do trabalho por acidentes ou doenças. “O Seguro de Acidente de Trabalho (SAT) é uma contribuição que as empresas pagam para custear benefícios do INSS oriundos de acidente de trabalho ou doença ocupacional. As empresas que registram maior número de acidentes também pagam mais impostos à Previdência. Hoje a iniciativa privada paga cerca de R$ 4,4 bilhões referentes ao auxílio-doença”, destaca.

Segundo ele, as indústrias precisam estar atentas, fazendo um levantamento dos atestados por doenças, além de criarem uma estratégia voltada à prevenção e ao planejamento de ações para garantir um ambiente saudável nas empresas. “Tanto o empregador como o empregado só têm a ganhar. Colaboradores mais felizes e motivados produzem mais e ajudam no crescimento da empresa. Para se ter uma ideia, temos relatos de empresários que reajustaram toda a gestão de produção fundamentada no bem-estar do funcionário e aumentaram em 50% a produtividade”, enfatiza.

Resultados

Há 14 anos investindo em programas de qualidade de vida do trabalhador, a Inflex Indústria e Comércio de Embalagens já derrubou pela metade o índice de rotatividade dos funcionários. Enquanto em 2011 tinha um percentual de 3 a 5% ao mês, hoje este número varia entre 1,5% e 2,5%. “A empresa tem interesse em manter o funcionário, buscando a ascensão dele como profissional, já que vai adquirindo experiência em todos os setores. É o que acontece hoje com os nossos 31 líderes de produção”, explica o gerente administrativo da empresa, César Augusto Scheide.

Os resultados, que refletem diretamente no aumento da produtividade e na redução quase zerada de afastamentos por doenças ou acidentes, já renderam à indústria o Prêmio Sesi de Qualidade no Trabalho no ano de 2008, por adotar diversas práticas de valorização dos funcionários.

A empresa desenvolve atividades envolvendo e mobilizando os 220 colaboradores em várias áreas. “São diversas ações de qualidade em saúde, segurança do trabalho, sistema organizacional, treinamentos de recursos humanos, lazer, esportes e alimentação que fazem com que os colaboradores se sintam bem trabalhando conosco. Os resultados estão refletindo mês a mês na diminuição das faltas e no aumento da produtividade”, explicou, observando que há anos a empresa investe em planos de saúde e odontológicos para os servidores.

Quick Massagem

Com sessões semanais de Quick Massagem (Massagem rápida) oferecidas pelo Sesi, a Inflex oferece um relaxamento completo do corpo e da mente do trabalhador. “A técnica é muito importante porque alivia dores pelo corpo e dá uma sensação de bem-estar, prevenindo e combatendo doenças como a depressão e o estresse, por exemplo”, destaca o educador físico e técnico de qualidade de vida do Sesi, Willian Gonzalez.

Quick Massagem garante relaxamento físico e mental (Foto: Hédio Fazan)Quick Massagem garante relaxamento físico e mental (Foto: Hédio Fazan)

Ginástica Laboral

Os funcionários também contam semanalmente com a ginástica laboral, que além de diminuir o estresse evita o sedentarismo. “A prática pode melhorar muito o desempenho do funcionário, além de evitar lesões por esforço repetitivo (LER) e outras doenças provocadas pelo trabalho contínuo e a falta de exercícios físicos. Por conta destes benefícios, ela ajuda a diminuir o afastamento dos funcionários da empresa”, destaca Willian Gonzalez.

Ergonomia

Outro cuidado com o funcionário, oferecido pela Inflex ,é a ergonomia, que proporciona conforto adequado e métodos de prevenção de acidentes e de patologias. “A má postura e as lesões por esforços repetitivos, ao longo do tempo, causam diversos males que prejudicam e comprometem a saúde do trabalhador”, destaca o educador físico do SESI.

 
Ergonomia corrige postura dos funcionários. (Foto: Hédio Fazan) Ergonomia corrige postura dos funcionários. (Foto: Hédio Fazan)
 
Técnica de ergonomia corrige a postura de profissional da indústria para evitar lesões. (Foto: Hédio Fazan)Técnica de ergonomia corrige a postura de profissional da indústria para evitar lesões. (Foto: Hédio Fazan)

Alimentação Saudável

A empresa também adotou uma política interna de proporcionar alimentação mais saudável. Além de disponibilizar frutas nos horários de intervalos, conforme recomendam nutricionistas, a Inflex construiu um refeitório com buffet serf-service, para substituir o consumo das marmitas. “Agora eles têm disponível comida mais saudável. Cada refeição custa R$ 9,50, mas a empresa paga R$ 7,50 e o funcionário, R$ 2,00.

Empresa investiu em alimentação saudável.Empresa investiu em alimentação saudável.

Esporte

O esporte também é o grande aliado da Inflex para manter a integração da equipe, a motivação e a qualidade de vida dos funcionários. A empresa construiu quadra de vôlei de areia e um campo de futebol suíço, onde todos podem jogar ao fim do expediente e nos finais de semana.

Carona Legal

Outro programa desenvolvido na empresa para auxiliar o trabalhador é o “Carona Legal”. A empresa disponibiliza combustível para o funcionário que der carona para outro. “A ideia e melhorar a qualidade de vida do trabalhador que não precisará ficar por horas nos pontos de ônibus”, conta o gerente da Inflex, Cesar Scheid.

 
Carona Legal ajuda funcionários no transporte até em casa.  Carona Legal ajuda funcionários no transporte até em casa.

NR 12

A Inflex também vem investindo mais de R$ 1 milhão para se adequar à norma que trata da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. O objetivo é aumentar ainda mais a segurança dos trabalhadores que também contam com os equipamentos de proteção individual específicos para cada função. Os funcionários agradecem.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são cumpridos com rigor. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são cumpridos com rigor.
Gerente de contabilidade Lucimar Fernanda Andrade dos Santos, começou na empresa como faxineiraGerente de contabilidade Lucimar Fernanda Andrade dos Santos, começou na empresa como faxineira

Avaliação do funcionário

Lucimar Fernanda Andrade dos Santos, trabalha há 25 anos na Inflex. Ela conta que entrou na empresa como faxineira e estava na 8ª série do ensino médio. Hoje ela é a gerente de contabilidade. “Tudo o que aprendi foi aqui na empresa. Eu comecei na faxina, fui auxiliar de produção, assistente administrativa e fui subindo até chegar na gerência. Com todo o apoio que recebi aqui me formei em Contabilidade Gerencial. Essa política interna adotada pela empresa só me motiva a cada dia a dar o meu melhor. Eu amo o que faço e estar na Inflex é motivo de muito orgulho. O ambiente é familiar e todos os dias a gente tem vontade de voltar. É bem motivador trabalhar aqui. A gente cresce junto com a empresa e se sente valorizado”, disse.

Mortes no Brasil por doenças no trabalho

As mortes de trabalhadores no Brasil é uma alerta para as empresas de que algo precisa ser mudado. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), mostram que mais de 2,3 milhões de mortes, por ano, têm algum tipo de ligação com a atividade que o trabalhador exerce. No relatório A Prevenção das Enfermidades Profissionais, cerca de 2 milhões de mortes são devido ao desenvolvimento de enfermidades e 321 mil são resultado de acidentes – cerca de uma morte por acidente para cada seis mortes por doença.

Fonte: Jornal Progresso
www.progresso.com.br/cidades/qualidade-de-vida-do-trabalhador-e-aliada-da-industria-para-driblar-crise