Hemocentro abre as comemorações de 30 anos de hemoterapia em MS

  

 

Ficando atrás apenas do hemocentro-coordenador, em Campo Grande, a unidade em Dourados deu início na manhã desta terça-feira (6/11), às comemorações de 30 anos de hemoterapia em Mato Grosso do Sul, celebrando também o Dia do Doador (hoje), e o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue (25/11).

A segunda maior cidade do Estado está entre os dez municípios que irão festejar as três décadas de atividade em MS. As demais são Aquidauana, Campo Grande que atenderá além do Hemosul, no Hospital Regional, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

“As comemorações acontecerão durante este mês de novembro, terminando em Campo Grande, no dia 12 de dezembro, quando de fato a hemoterapia completa 30 anos de atividades em Mato Grosso do Sul”, comentou a coordenadora do Hemocentro de Dourados, Márcia Tinós.

Em agradecimento aos doadores e entidades presentes, Márcia mencionou ainda que para o ano que vem, os doadores parceiros receberão um certificado por estarem doando sangue e ajudando na construção da unidade.

E para quem não pode ir doar na parte da manhã, as senhas estarão sendo distribuídas até às 15h de hoje, com o atendimento encerrando às 17h. A assistente social Rosa Fernandes destaca que quem for doar depois do almoço, deve esperar duas horas.

O Dourados News conversou com Edmar Santos de Oliveira que é doador há pelo menos seis anos.

“Doar sangue precisa ser pensado de uma forma diferente; muitos pensam que só porque não estão precisando, não há a necessidade de doar, mas é preciso saber que amanhã pode sim ser eu”, disse.

Fonte: (http://www.douradosnews.com.br/dourados/hemocentro-abre-as-comemoracoes-de-30-anos-de-hemoterapia-em-ms/1092303/)

Em mesa redonda na UEMS, superintendente do IEL destaca importância do estágio

   

 

Ao participar nesta semana (23/08/2018) de mesa redonda organizada pela UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), no campus de Dourados (MS), para os acadêmicos do curso de Engenharia Física, o superintendente do IEL, José Fernando do Amaral, destacou que a importância do estágio para a formação profissional dos estudantes.

“Tivemos a oportunidade de apresentar aos universitários o nosso Programa de Estágio e suas normas. Também dediquei um tempo da minha palestra para transmitir aos estudantes a importância do estágio, pois, a carreira de qualquer profissional começa a ser construída a partir do estágio”, pontuou José Fernando Amaral.

Ele acrescenta que foi um evento muito interessante, com várias perguntas. “O IEL teve uma participação efetiva e muito elogiada pelos acadêmicos e pelos professores”, pontuou, agradecendo a participação do empresário Cesar Augusto Scheide, diretor-administrativo da Inflex Indústria de Embalagens Flexíveis, que é um parceiro do IEL.

Já a coordenadora da área de desenvolvimento de carreira do IEL, Rosângela Ramos, fez uma breve apresentação da Lei do Estágio nº 11.788/2008, orientando os estudantes do curso de Engenharia Física sobre seus direitos e deveres durante o período de estágio. “O Instituto preza pela correta aplicação da Lei do Estágio, garantindo todo o suporte aos estudantes, as empresas e as Instituições de ensino conveniadas ao IEL”, afirmou.

Para a acadêmica Mayara Costa, a mesa redonda permitiu a integração entre universidade, equipe do IEL, alunos e professores. “É essencial para nós alunos que estamos no fim da graduação, pois nós precisamos nos inserir no mercado de trabalho, ter o network, conhecer as empresas, mercado de trabalho e conhecer as oportunidades que estão surgindo em Dourados, principalmente, dentro da área de Engenharia Física, já que Dourados é muito voltada para o agronegócio”, avaliou.

O acadêmico Frederico Ferreira Porto reforça que o evento foi de grande importância para conhecer algumas características técnica do estágio de como o aluno procede com a intermediação, onde buscar o estágio. “E uma preocupação especial do aluno de Engenharia Física aqui em Mato Grosso do Sul é que nós ficamos olhando para o Estado e vendo apenas agronegócio, mas com esse evento conseguimos ver mais as áreas da indústria e onde um engenheiro físico pode atuar. O estágio acaba abrindo as portas para essas industrias”, ressaltou.

Na avaliação do estudante Vladimir Amaral, o estágio é uma parte obrigatória do curso e o graduando tem que passar por isso. “Muitas vezes nós ficamos tão focado no curso que só vamos pensar no estágio lá na frente e a importância dessas palestras é trazer o foco para o estágio para podermos nos direcionar a partir do início da faculdade. Assim, já vamos conhecendo um pouco mais sobre o que iremos fazer lá na frente”, falou.

Fonte: (http://www.fiems.com.br/noticias/em-mesa-redonda-na-uems-superintendente-do-iel-destaca-importancia-do-estagio/26961)

Indústrias Bunge Alimentos e Inflex recebem Selo Ambiental do Senai

   

 

 

Durante cerimônia realizada no último sábado (09/12/2017) no EcoSesi Observatório Socioambiental, em Bonito (MS), o Senai Empresa entregou às indústrias Bunge Alimentos e Inflex mais um Selo Ambiental do PSE (Programa Senai de Ecoeficiência), que amplia o percentual do incentivo fiscal concedido pelo Governo do Estado e atesta e classifica a eficiência ambiental das empresas. As duas empresas mantiveram o Selo Verde, que representa uma isenção de mais 5% sobre o benefício fiscal concedido pelo Estado.

A entrega do selo é resultado de uma auditoria de manutenção do PSE, realizada a cada ano nas empresas participantes do Programa com o objetivo de atestar as ações realizadas nas empresas que buscam a melhoria contínua no plano de sustentabilidade implantado.

Concomitante com a entrega do Selo, foi realizada também a pactuação de metas do Selo Ambiental com a indústria Inflex, do setor de embalagens plásticas. Esta etapa do Programa estabelece um desafio para as empresas buscarem a manutenção ou melhoria das ações de sustentabilidade, tanto internamente como com a comunidade local.

Na avaliação do Gerente do Senai Empresa, Rodolpho Magialardo, o EcoSESI é um local importante para discutir as ações ambientais das indústrias. “O intuito do PSE é justamente identificar as ações já realizadas e apontar as possibilidades de melhorias. Esperamos que o Programa Senai de Ecoeficiência trará novos desafios para 2018”, declarou.

O Programa

O PSE (Programa Senai de Ecoeficiência) é uma ferramenta de avaliação da gestão ambiental industrial que atesta e classifica a eficiência ambiental das empresas, além de ser utilizado como parâmetro para possibilidade de ampliação de incentivo fiscal no Estado.

O Senai, em parceria com o EcoSesi Bonito, desenvolve o Programa de Ecoeficiência, que dá suporte aos selos ambientais destinados às indústrias do Estado, sendo desenvolvido em 5 etapas: adesão, habilitação, avaliação de gestão ambiental, cálculo do selo ambiental e implementação pelas empresas das ações.

O Selo Verde tem conceito entre 81 a 100 pontos e pode conceder à indústria 5% a mais de incentivo fiscal, enquanto Selo Azul tem conceito entre 61 a 80 pontos e possibilidade de incentivo fiscal de 4% a mais, o Selo Laranja tem conceito entre 41 e 60 pontos e 3% a mais de incentivo fiscal, o Selo Marrom tem conceito entre 21 e 40 pontos e incentivo fiscal de mais 2% e o Selo Branco tem conceito entre 1 a 20 pontos e incentivo fiscal de mais 1%.

A pontuação pode ser revista a qualquer tempo, na vigência do benefício fiscal ou na vigência do prazo estabelecido para execução do processo de auditoria, adequando-se a um novo resultado, aumentando ou diminuindo o nível do selo no limite entre 1% e 5%.

Fonte: (http://www.fiems.com.br/noticias/industrias-bunge-alimentos-e-inflex-recebem-selo-ambiental-do-senai/25139)

INFLEX Conquista Importante Prêmio Nacional

   

A INFLEX GANHOU O PREMIO PPR – PRÊMIO PLASTICOs EM REVISTA NA CATEGORIA “TOP TRANSFORMADOR” NO SEGMENTO EMBALAGENS LAMINADAS PARA ALIMENTOS

 

Evandro Luiz Vicente recebendo o prêmio Top Transformador

 

O prêmio PPR que foi criado em 2003 pela Editora Definição através da Plásticos em Revista com o propósito de reconhecer o mérito e estimular a excelência, inovação e o dinamismo da indústria de plásticos no brasil. Organizado como um certame empresarial, o PPR – Prêmio Plásticos em Revista é aberto à participação de empresas que atuam no mercado de plásticos, como fabricantes, distribuidores ou revendedores de matérias-prima; transformadores e ainda aquelas com quem esses setores mantém negócios, como fabricantes de máquinas e equipamentos, ou seus representantes, prestadoras de serviços ou compradoras de produtos plásticos.

O PPR classifica as empresas partindo de questionários enviados a mais de 10 mil profissionais de todo o setor plastico brasileiro, a empresa responsável pela pesquisa é a conceituada consultoria MaxiQuim.

Para mais informações sobre o evento e a revista, acesse aqui.

Para acessar mais fotos do evento, clique aqui

UEMS Transforma Lixo em Lajota e Leva Prêmio Nacional

   

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) foi a única Instituição do Centro-Oeste a vencer a 9ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável. Esta é a segunda vez que um projeto do professor Aguinaldo Lenine Alves é vencedor deste prêmio, a primeira foi em 2012.

O trabalho vencedor foi inscrito pelo professor, juntamente com a acadêmica do curso de Engenharia Ambiental, Bárbara Pinto do Nascimento, e utilizou os resíduos plásticos de uma indústria de Dourados para a confecção de “pavers” (lajotas) para calçamento.

“A indústria nos apresentou a demanda de que tinha toneladas de resíduos plásticos e não sabia o que fazer, então tive a ideia de pegar estes resíduos e colocar no concreto para a confecção de lajotas para calçadas. Antes já havíamos trabalhado com garrafas pets que são mais fáceis, porque são mais densas depois de trituradas, mas estes resíduos ficam muito leves, então transformamos eles em pellets (bolinhas de plástico) e com isto conseguimos que eles ficassem mais densos para serem agregados ao concreto”, explicou o professor.

O uso de pellets de resíduos plásticos substituiu parte dos agregados miúdos do concreto (areia) como uma das soluções para uso de resíduos plásticos. Os resultados mostraram melhorias da resistência e durabilidade das lajotas com o uso de pellets de plástico.

As lajotas produzidas no Centro de Pesquisa de Materiais (Cepemat) da UEMS poderão ser utilizada em calçadas para ciclista e pedestres.

O trabalho da UEMS foi vencedor juntamente com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES; Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ; Universidade de São Paulo – USP; e da Universidade Federal de São João Del Rei – UFSJ. Cada trabalho receberá R$ 60 mil – o autor ou grupo, o orientador e a universidade ganham R$ 20 mil cada.

“Fico contente pelo reconhecimento nacional, apesar das dificuldades de investimentos nosso trabalho tem apresentado bons resultados e sendo reconhecido”, enfatizou.

O resultado do Prêmio foi divulgado no final de dezembro de 2016 e não há data para a cerimônia de premiação.

Sobre o Prêmio

O Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável tem como principais objetivos reconhecer e incentivar os jovens universitários que se propõem a pensar a engenharia, arquitetura e agronomia em uma perspectiva sustentável e gerar conhecimento sobre o tema, difundindo essas novas ideias junto à comunidade acadêmica brasileira e à sociedade em geral.